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RESUMO DAS ELEIÇÕES 2018


MEC não comprou livro exibido por Bolsonaro

O livro “Aparelho sexual e Cia”, exibido pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL) durante entrevista ao Jornal Nacional, nunca foi comprado pelo Ministério da Educação. De acordo com checagem publicada no Estadão Verifica, a publicação não fez parte do conteúdo de combate à homofobia nas escolas brasileiras que ficou apelidado de “kit gay”.

Segundo a editora Companhia das Letras, que publicou o livro no Brasil, em 2011 o Ministério da Cultura comprou 28 exemplares para bibliotecas públicas.

Ameaça com arma



Uma funcionária da campanha eleitoral de Guilherme Boulos (PSOL) afirmou ter sido ameaçada com uma arma de fogo por um fã de Bolsonaro. Segundo o relato, o caso teria acontecido em frente ao comitê do candidato do PSOL, em Pinheiros, zona oeste paulistana.

A vítima, que teve o nome preservado, registrou um boletim de ocorrência nesta quarta-feira, 29, sobre o caso na Polícia Civil.

'Hitlerzinho tropical'

"Estamos cevando um Hitlerzinho tropical, muito vulgar, e este fenômeno é produto da inconsequência política das nossas elites". A declaração de Ciro Gomes foi captada pelo Carrapato Estadão durante agenda do candidato do PDT em Campinas (SP). Confira o vídeo abaixo:


SP: Alckmin x Bolsonaro



Para tentar conter o avanço de Bolsonaro no eleitorado paulista, a campanha de Geraldo Alckmin apelou a militantes e dirigentes de siglas aliadas para promover o tucano e desconstruir o adversário. Enquanto o ex-governador tem 16% das intenções de voto em São Paulo, Bolsonaro lidera as pesquisas com 22% no Estado (no cenário sem o ex-presidente Lula).

O temor é que Geraldo Alckmin repita o mesmo fenômeno que custou a derrota de Aécio Neves na corrida presidencial de 2014. Naquele ano, o tucano perdeu por 550 mil votos para Dilma Rousseff em Minas Gerais. Caso conseguisse uma vitória folgada em seu reduto eleitoral, Aécio teria conquistado a Presidência.

Alckmin no JN: indireta ao PT



Alckmin foi sabatinado na bancada do Jornal Nacional nesta quarta-feira, 29. Durante a entrevista, ele foi questionado sobre as alianças na campanha eleitoral de 2018 e a tolerância do PSDB com tucanos envolvidos em casos de corrupção.

Presidente nacional do partido, Alckmin disse que a sigla “não passa a mão na cabeça de ninguém” e, após insistência do âncora William Bonner, disparou uma indireta aos petista que protestam contra a prisão de Lula.

“Nós não vamos na porta da penitenciária para contestar Justiça. Não transformamos réu em vítima", disse.

Mirar no PT, acertar em Bolsonaro




A campanha de Alckmin quer intensificar movimentos para atrair eleitores de Bolsonaro nas eleições 2018, mas não deve atacar diretamente o candidato do PSL para isso. A estratégia é vender a ideia de que votar em Bolsonaro pode ajudar a eleger o PT, uma vez que no segundo turno seriam “todos” contra o capitão reformado.

TSE, Lula e pesquisas eleitorais

O ministro Tarcísio Vieira, do TSE, rejeitou um pedido para que o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato, não fosse incluído em pesquisas eleitorais. Na decisão, o magistrado destacou uma resolução da Justiça Eleitoral que garante, nos levantamentos de intenção de voto, devem constar “os nomes de todos os candidatos cujo registro tenha sido requerido”.

Culpa do Tribunal da Lava Jato

Nesta quinta-feira, 30, a defesa de Lula enviará uma manifestação de mais de 200 páginas ao TSE na qual culpa, “em alguma medida”, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) pela “instabilidade político-jurídica” do julgamento do registro do ex-presidente.Na sexta-feira, 31, o TSE realizará uma sessão extraordinária na qual poderá discutir a possibilidade de Lula, condenado e preso pela Lava Jato, aparecer no horário eleitoral de televisão e rádio.

Fonte: Estadão

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