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ABAPA RECEBE TITULO DE UTILIDADE PÚBLICA



Município de Luís Eduardo Magalhães concede título de utilidade pública para a Abapa



O município de Luís Eduardo Magalhães, por meio de votação unânime na Câmara de Vereadores, na noite desta terça-feira (12), concedeu o título de entidade pública para a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Ao destacar a importância da associação como instituição sem fins lucrativos, o título também possibilita que sejam renovados e firmados novos convênios e parcerias. Autor do projeto de lei Nº 094/2017, o vereador Carlos Koch, afirma que o título reconhece a entidade como fomentadora de ações de suporte aos agricultores e ao desenvolvimento econômico de Luís Eduardo Magalhães e de todo o Oeste da Bahia.
“A Abapa é uma instituição que vem promovendo ações e estratégias para garantir o crescimento sustentável da produção de algodão, gerando mais emprego e renda para a nossa cidade e para a toda a região”, afirma Koch. Para o vereador Dr. Márcio Rogério de Souza, o título é essencial para que a Abapa possa continuar trazendo mais projetos para a cidade e região. “Os agricultores, por meio das associações que os representam, vêm sendo fundamentais neste processo de desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida”, afirma.
Criada em 31 de maio de 2000, a Abapa tem a missão de representar os interesses da cotonicultura do Estado da Bahia e promover o algodão baiano nos mercados nacional e internacional de forma sustentável e integrada. Durante a sessão, a vereadora Cleide Bosa enfatizou a importância dos agricultores e de instituições como a Abapa no desenvolvimento do município. “Somos uma cidade formada pelos agricultores e o crescimento de nossa cidade está ligado ao trabalho destes desbravadores pioneiros que aqui chegaram sem nenhuma estrutura. A Abapa é uma entidade reconhecida que gera emprego e renda para a nossa cidade”, afirma.
Ao representar a diretoria da Abapa na sessão do Legislativo, a produtora rural Isabel da Cunha, que ocupa a função de 1ª secretária na associação, ressaltou a união dos agricultores para implantar e desenvolver uma entidade como a Abapa, que vem garantindo recursos para projetos que continuem fomentando o desenvolvimento sustentável da cotonicultura baiana. “Estamos com uma instituição fortalecida com projetos sólidos como o Programa de Conservação dos Recursos Naturais da Lavoura de Algodão e Escoamento da Produção, também conhecido como Patrulha Mecanizada, e o Centro de Treinamentos, que somente este ano capacitou cerca de seis mil funcionários ligados à cadeia produtiva. Também vem sendo investidos recursos em um programa de referência na área de sanidade vegetal para o combate e prevenção de pragas e doenças como o bicudo”.
Para Isabel da Cunha, “estes são projetos que garantem suporte às necessidades dos nossos associados em todo o processo da cadeia produtiva, do desenvolvimento das pessoas até a preocupação com as questões legais, com iniciativas como o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que fortalecem e orientam quanto a regularização ambiental e o cumprimento da legislação trabalhista”, reforça.

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