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JOVEM DE 17 ANOS QUE VALE 95 MILHÕES ENCANTA GRANDES CLUBES EUROPEUS


Quem é o prodígio de 17 anos que vale R$ 95 milhões, encanta a Real, Barça, PSG e Juve e 'infernizou' a seleção brasileira?


Nas categorias de base do Valencia parece que surge mais um grande promessa do futebol: Ferrán Torres.

Apenas aos 17 anos de idade, o ponta direito foi o grande destaque da seleção espanhola no Mundial sub-17, que foi disputado do dia 6 ao dia 28 de outubro, na Índia. No torneio, ele marcou dois gols e ainda deu três assistências em sete partidas, ou seja, participou de quase um tento por jogo.

Mais do que isso, pela seleção vice-campeã do campeonato juvenil, Torres simplesmente "infernizou" a defesa da seleção brasileira no primeiro confronto da fase de grupos.

Mesmo tendo saído derrotado por 2 a 1, ele surpreendeu pela velocidade e pela habilidade com a bola no pé. Em algumas oportunidades, ele deixou companheiros na cara do gol e, em outras, criou boas chances de marcar. 


O destaque foi tamanho que Torres já é visado por alguns dos gigantes do futebol mundial. Segundo o jornal catalão Sport, Real Madrid e Barcelona já planejam disputar sua contratação e inclusive acenam com o pagamento de sua nova multa rescisória: 25 milhões de euros (R$ 95,5 milhões, pelas cotações atuais). Além deles, PSG e Juventus enviaram olheiros à Espanha para vê-lo mais de perto.


No país ibérico, o ponta já é comparado a outra jovem revelação que já virou realidade no Real Madrid, Marco Asensio. Ambos se assemelham tanto fisicamente (têm praticamente a mesma altura), quanto tecnicamente, já que ambos jogam como meio-campistas e pelas pontas.

"Ainda não cheguei próximo de seu calibre, mas definitivamente ele é alguém em que toda criança na Espanha se inspira. E vou trabalhar muito forte para chegar em seu nível", comentou o garoto ao jornal Indian Express, quando disputava o Mundial sub-17 no país asiático.

Sobre o fato de ter mudado de posição - saído do meio para as laterais -, Torres mostrou que pode ser versátil.

"É futebol moderno, temos que nos adaptar a vários papéis, formações e necessidades. Temos que ser flexíveis", disse.

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